Não podendo mudar tudo do mundo num único instante… poderemos dar pequenos passos rumo a um mundo melhor para todos
Domingo, 28 de Setembro de 2008

A aldeia deserta

Nas ruas a leve brisa
As cores outonais
O cair das folhas
Que se precipitam
 
O sol morno
Aquece e arrefece
As tardes desfazem-se
Em noites frias
 
Saio do povoado
Os tons dourados
Os tons amarelados
Os tons outonais
Enchem os caminhos
 
As gentes
Ficam e repousam
Repousam e descansam
Descansam e adormecem
No silêncio.
 
Vilarinho das Furnas, 25 de Setembro 2008
publicado por M.M. às 22:48
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Sábado, 27 de Setembro de 2008

Barragem de Salamonde

 

Margem do rio Homem

 

É assim mesmo: o Outono

publicado por M.M. às 23:44

Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008

Confesso que as minhas expectativas em relação ao rol de livros que enfiei na mochila paa estes dias de descanso me surpreenderam pela positiva...

Pessoa é sempre pessoa! Interessante ler Álvaro de Campos e num ápice passar para Alberto Caeiro! O contraste faz de Pessoa um dos meus escritores preferidos... A literatura portuguesa sem ele ficaria, com certeza, bem mais pobre.

Agustina Bessa-Luís foi uma feliz descoberta.

Eugénio de Andrade idem.

No entanto, supreendente mesmo foi ter pegado num livro que se passeava pelas estantes lá de casa há já algum tempo! Na altura comprei-o por impulso, depois li algumas críticas e pensei é melhor deixá-lo para ler numa altura onde os "animos" estejam mais calmos... Foi agora essa altura!

Portugal Hoje, o medo de existir. O título continua a parecer-me sujestivo. A leitura do livro (pelo menos até agora) faz-me lembrar um pouco a análise foulcoliana sobre a sociedade actual, juntando a isso 1984, onde o big eye controla tudo... Bom, mas adiante! Nunca tinha lido nada deste senhor, apesar da "análise" do livro parecer em algumas alturas um pouco descontextualizada ou romanciada ou até mesmo forçada... Acho que não devemos deixar de ler o livro com um sorrizinho nos lábios :D

"O riso obtido, explorando a esperteza estúpida dos outros, revela um traço típico do burgesso português: é que, para ele, há sempre um burgesso mais burgesso do que ele. "

Esta vai-me ficar!


Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.

É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.


Eugénio de Andrade

publicado por M.M. às 19:54
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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

publicado por M.M. às 20:57

Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008

 

Hoje foi assim! Com direito a pauzinhos e tudo... Belo jantar!

publicado por M.M. às 22:03
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Domingo, 14 de Setembro de 2008

 

 

publicado por M.M. às 23:38
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Pior do que nos acharem sempre miúdos, pior do que tudo isso é apunhalarem-nos ainda mais quando abrimos o nosso coração. Os que me conhecem verdadeiramente sabem o quanto me custa abrir o coração, o quanto me magoa ser magoada, o quanto me dói quando pensam que não tenho sentimentos... Quando me dizem na cara que sou mal agradecida, que sempre tive tudo o que quis! Sempre tive tudo o que quis é certo, mas faltou-me sempre o essencial! Será que lhe é difícil perceber isso? O que compra o dinheiro afinal? Acho que só compra mesmo infelicidade. Só compra mesmo ressentimentos. Só compra mesmp aquilo que nós não somos.

 

Sou feliz? Fui-o até hoje? Sinceramente não... Sempre me faltou o essencial pena que ele não se aperceba do mal que me fez durante todos estes anos, penas que não saiba reconhecer o quanto em custou abrir o coração. Não vês que o que sempre quis foi abraçar-te? Foi que me abraçasses de braços abertos sem máscaras, sem a máscara do dinheiro. Sem a máscara da artificialidade! Da falsidade! Da superficialidade... A nossa relação foi sempre assim demasiado superficial.

 

Ingrata nunca fui, nem sou. Sou apenas infeliz.

Má pessoa nunca o fui. Fui educada em valores mais altos.

 

O dinheiro não é nada. Não compra nada. Não compra o essencial. Não me compra a alma. Não me compra aquilo que sou.

 

Abri o coração. E fui ainda mais magoada? Tens noção do que fizeste? Tens noção do estrago que provocaste? Tens noção da merda que fizeste? Da merda que me estás a fazer sentir? Da merda que me estou a sentir?

 

Já não tens ninguém? Já não tens amigos? Eu sou gente! Tenho sentimentos! Tenho dignidade e por ser tua amiga é que abri o coração... Não te apercebeste disso? Quis ajudar-te? Quis fazer ver-te que só te estás a enterrar mais na lama... Quis dizer-te que és importante para mim por isso é que me custa ver-te assim... Disse-te isso e como respondes? Com duas pedras na mão? Dizes-me que estamos a montar um esquema para nos livrarmos de ti?

 

Não vês que és bem mais importante que isso? Não vês que te amamos? Não vês que te queremos aqui, connosco?

 

NÃO VÊS QUE TE AMAMOS? NÃO VÊS QUE ÉS IMPORTANTE PARA NÓS?

 

[aos que não perceberam este post! Uma sugestão não o releiam, nele está apenas explicita a minha vontade de me aproximar de alguém, de a ajudar! Ela não quis! Não quer... Dói-me que não o faça, magoa-me que nada faça para sair do buraco de solidão onde insiste em enterrar-se ainda mais] Isto está aqui escrito, apenas porque não tenho outro sitio onde o colocar, apenas porque não tenho estômago para o partilhar pessoalmente!

publicado por M.M. às 23:18
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Terça-feira, 09 de Setembro de 2008

 

É nisto que somos bons!

publicado por M.M. às 21:50
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Segunda-feira, 08 de Setembro de 2008

São horas, são horas!
Portugal, vive a missão!
São horas de partir, (bis)
São horas, Portugal, rasga horizontes!
Responde à história e vai
Levar palavra e pão!
Portugal, vive a missão!

1. Escuta a voz de Deus na voz do vento
E tantas bocas mudas a chamar.
Descobre no silêncio o chamamento
Que chega de outro mar.

2. Não digas “sou feliz” se alguém não é;
Não digas “tenho paz” se alguém não tem.
Só com felicidade, paz e fé
Não salvarás ninguém.

3. Tu sabes onde está a chave certa
Das portas que se fecham à verdade
E sabes o segredo que liberta
Da fome a humanidade.

4. Ninguém comprou o sol que hoje nasceu,
Ninguém privatizou a salvação.
Não és dono da estrada para o céu.
Vai e segue o coração.

Texto: Fr. M. Rito Dias
Música: António Cartageno

 

Ler as conclusões do Congresso aqui.

publicado por M.M. às 00:13
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