Não podendo mudar tudo do mundo num único instante… poderemos dar pequenos passos rumo a um mundo melhor para todos
Segunda-feira, 16 de Março de 2009

Cada vez que tenho a (in)feliz ideia de insistir em ver os telejornais (qualquer um!) fica-me sempre aquela sensação de: pobres daqueles que não têm a capacidade filtrar o relativamente importante e daqueles que, não tendo outro meio de conhecer a realidade "lá fora", tenham mesmo de assistir àquilo... Tenho saudades dos telejornais feitos por jornalistas a sério, não por jornalistas sensacionalistas e cujas reportagens são feitas para captar as audiências e não para informar os telespectadores.

 

[depois desta pequena introdução, vamos ao que me prendeu a atenção!]

 

Manuela Ferreira Leite visitou hoje a Covilhã e, desta vez o que prendeu a atenção dos jornalistas não foram os óculos escuros, quadrados ou redondos já nem me lembro. Desta vez o que "resumiram" foram as seguintes declarações: "(...) aumento explosivo do número de contas bancárias abertas por portugueses (isto depois de uma visita às comunidades portuguesas em França) (...)" o que para ela demonstrava que o número de portugueses a emigrar para aqueles país.

 

A entendida em economia é ela! Eu, contento-me em mandar uns filetes de pescada. Mas parece-me que o facto de aumentarem o número de contas bancárias em França tem mais a ver com a (re)construção da vida de muitos portugueses em França e não tanto devido ao aumento da emigração, pese embora ela tenha aumentada nos últimos anos.

 

Ou seja, na minha modesta opinião enquanto que a vaga de emigração dos anos 70 e 80 emigravam, ganhavam dinheiro num país que nunca sentiam como seu, numa cultura que dificilmente conheciam e, muitas vezes, uma língua que não conheciam ou se esforçavam para conhecer. Quando "já" tinham o suficiente acumulado em contas bancárias em Portugal que lhe possibilitasse uma vida boa regressavam.

 

Ora, o que acontece na actualidade é que os portugueses que decidem emigrar fazem-no, igualmente, mas o objectivo não é regressar ao país de origem, mas construir a vida no país de acolhimento, constituindo-se como cidadãos desses paises de acolhimento, adaptando-se à cultura, à língua e à sociedade e, claro está, abrindo contas bancárias nesses paises.

 

Parece-me evidente que o que mudou foi o perfil de emigração. Já não temos verdadeiras comunidades emigrantes, temos unicamente comunidade de portugueses na diáspora, que sendo cada vez mais como defende a Dra Ferreira Leite merecem melhor tratamento do que o referente às suas contas bancárias que já não enchem o bolso aos banqueiros portugueses, mas a outros quaisquer. Esse é apenas um indicador, e os outros?!

 

E depois o burro sou eu?

publicado por M.M. às 23:22


Já todos os que me conhecem sabem que sou uma apaixonada pela natureza! E já todos sabem que não resisto a um bom desafio...

Os fins-de-semana proporcionam muitas e boas caminhadas, pois junta-se a vertente recreativa (ou se quiserem divertida) de ser acompanhada pel@s amig@s.

 

Este domingo não foi excepção. Partimos à aventura, para descobrir mais um pouco do Portugal profundo.

 

Ficam algumas imagens que ilustram o quanto faz bem ao corpo e à mente desligar o botão e aproveitar o bom que a natureza tem para oferecer....

 

 

Uma curiosidade interessantissima, foi termos dado de caras com o seguinte letreiro:

(tenho quase a certeza que este pedaço de terra pertence a um lisboeta que é incapaz de ir bater à porta do tio Manel pastor para lhe dizer para não ir para lá com as ovelhas) P.S. quem quiser pode levar as cabras ou as vacas, só não são permitidas ovelhas =)

 

Aqui ficam alguns dos companheiros de expedição.

 

Estas e outros fotos aqui.

publicado por M.M. às 19:18


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