Não podendo mudar tudo do mundo num único instante… poderemos dar pequenos passos rumo a um mundo melhor para todos
Domingo, 18 de Janeiro de 2009

Neste fim-de-semana começou – ainda que não oficialmente – a dura e longa campanha eleitoral. Dura para os portugueses que vendo o seu poder de compra a cada dia a diminuir ainda têm que se sentar à noite quando chegam a casa à frente da televisão e em vez de ouvirem propostas concretas para a melhoria da sua vida nos próximos quatro anos. Longa porque os portugueses irão nos próximos infindáveis meses ouvir os políticos portugueses da esquerda à direita a acusarem-se uns aos outros de não terem para o país um plano concreto de recuperação fase à actual situação do país, quando eles próprios também não se chegam à frente e apresentam aos portugueses o seu plano de acção.
 
Mas quem é que quer saber que o Paulinho das feiras não faz coligações pré-eleitorais e a Manela se for governo vai mandar parar o projecto do TGV. Quem??? Será que os nossos maravilhosos políticos não se importam com quem faz questão de quadrienicamente os colocar no poleiro?
 
Ok, importar-se-ão os próprios militantes mas não estarão os próprios partidos já unificados? Então que nos importa a nós saber isto ou aquilo de qualquer partido?
 
QUEREMOS E EXIGIMOS uma política coerente e congruente para nós. QUEREMOS E EXIGIMOS programas de governo coerentes e congruentes e que vão de encontro às nossas reais necessidades.
publicado por M.M. às 20:35

Legislativas? O tempo passa, tenho ouvido uns recados políticos, mas não me apercebi da fase pré-campanha.

Coligação da direita?! São como os prognósticos, só após resultados.

Estas eleições estão marcadas pelo pior momento da condição económica vivida no pais, escândalos financeiros e só vê-mos um banqueiro preso. Socialmente são extremas as dificuldades como se governam em geral as famílias portuguesas.
A segurança abana por todos os cantos, nem vale a pena fazer seguro, porque as seguradoras estão na falência e nada podem garantir. (lol).
Em matéria de impostos, julgo que o País necessita mais de ajuda, que ajudar o contribuinte em dificuldades.

As leis de mercado também em nada ajudam, pois a especulação nos mercados pode em muito afectar uma familia e a competitividade das empresas. Uma empresa falida, exonera-se das responsabilidades sociais permanentes, ficando o Estado a hipotecar ainda mais o sistema financeiro da Segurança Social.

A mesma Segurança Social deve ser chamada à baila, pois hipotecou o futuro dos contribuintes com as novas políticas de aposentação. Conseguiu prejudicar os portugueses, ganhou uma folga com isso e veio perder fortunas na (des)capitalização bolsista.

É complicado, estamos pior que a fase de Tanga da Época do Durão Barroso, mas infelizmente, não creio que a culpa seja do governo, pois estamos a pagar a factura da Globalização.

A oposição poderá não ter crédito e força como alternativa, daí que já há muito que interpreto a critica de particulares figuras nacionais a criticar o Governo publicamente(ex.: Belmiro de Azevedo), fazem-no porque não acreditam no trabalho da oposição, assim tentam-se defender daquilo que não gostam.

Muito sinceramente, não sei qual vai ser a reacção dos portugueses nas urnas em relação ao exercício de voto (poderá haver muitas abstenções).



Rogério Carvalho a 18 de Janeiro de 2009 às 23:59

O país está pior do que na altura da tanga do Durão, não duvido...

No Parlamento é mais do mesmo... Como dizia um colega meu há uns tempos noutro contexto, mas que aqui também se aplica... Andam ali num ram-ram, num chove, não molha...

E o portuga em vez de responder nas urnas. Nem sequer lá vai. O quê? Hoje? Está um belo dia para ir jogar à malha (interior) ou Está um belo dia para ir para a praia (litoral)

Uma boa resposta nas urnas seria em vez de uma abstenção de 40%, haver a mesma percentagem de votos em branco.

Nessa altura sim o país estaria pronto para uma verdadeira revolução partidária que implicava por fim ao actual marasmo político-partidário.

Bom, mas isto sou eu e tantos outros que pensam... Talvez os 103537 (dados da CNE) tugas que votaram em branco nas últimas legislativas.

E agora que falo em legislativas, ainda gostava de ver a minha gente com 40% de votos em brancos nas autárquicas, belíssimo balde de água fria para os caciques que operam por aí.... "Ó meu amigo... Qual chaminé, qual flor, qual ceitoira (expressão beirã para foice) eu vou mas é votar em branco!"
M.M. a 19 de Janeiro de 2009 às 00:44



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