Não podendo mudar tudo do mundo num único instante… poderemos dar pequenos passos rumo a um mundo melhor para todos
Terça-feira, 21 de Abril de 2009

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Ares, «Cagle Cartoons»

 

 

Ban Ki-moon, disse na abertura da conferência sobre racismo em Genebra, na Suíça, estar «profundamente decepcionado» com o boicote promovido por vários países ao encontro, visto por alguns como um palco para a promoção de anti-semitismo.

O presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad não desiludiu quem assim pensou. Diplomatas de países europeus abandonaram a reunião durante o seu discurso depois que ele descreveu o governo de Israel como um «governo racista» e afirmou que o boicote «decorre da arrogância e do egoísmo e está na origem dos problemas no mundo». Criticou ainda o direito de veto dos cinco países que integram permanentemente o Conselho de Segurança da ONU, que considerou «injusto e discriminatório» e que «não ajudou em nada para solucionar os problemas no Líbano, Gaza, Iraque, Afeganistão e nos conflitos africanos.»

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Petar Pismestrovic, «Kleine Zeitung»

 

Era mais do que óbvio que o Sr. Ahmadinejad, que nega o Holocausto e pede o fim de Israel, iria promover (ou algo semelhante) o seu anti-semitismo. E que com ele poderiam aparecer outros. Mas e depois? O assunto do racismo não continua a ser um problema dos nossos dias? Talvez merecesse ser debatido por todos.

Fonte.


É prática corrente em Israel, quando um palestiniano tenta ou leva a cabo um atentato terrorista, as autoridades isrealitas, para além de abaterem ou prenderem o seu autor, praticam também um acto terrorista, a saber: destroem a habitação onde esse terrorista inimigo (ou suposto terrorista) habitava, condenando a sua mulher, filhos, pais, etc. a ficarem sem abrigo. Ficam assim automáticamente condenados. Eu, a isto chamo um TERRORISMO DE ESTADO.

Se entendo o acto e terrorista do palestiniano desesperado que tem sido sujeito a uma agressão continua e desigual porque não tem os meios de defesa de que Israel dispõe, já é muito mais condenável que Israel proceda do mesmo modo. Mas o pior é que o mundo ocidental aceita actos destes praticados por um estado.
Zé da Burra o Alentejano a 22 de Abril de 2009 às 10:41

Eu entendo a sua preocupação.... E tenho defendido publicamente essa discrepância entre o poderia militar israelita e as debilidades palestinianas, que vendo o seu território cada vez mais escasso procuram defender-se "como podem" dos ocupantes israelitas!

Com este texto pretende-se chamar a atenção para o facto de numa cimenira internacional contra a discriminação e o racismo, não se possa chegar a um consenso e se possam sentar todos à mesma mesa e falar sobre as pessoas, não de Estados... O que nos últimos tempos tem sido recorrente....
M.M. a 22 de Abril de 2009 às 11:37

Infelizmente, estas coisas continuam a não ser vistas de forma imparcial e assim nunca poderá haver qualquer acordo. O mais forte impõe a sua "moral" e pronto.
Zé da Burra a 22 de Abril de 2009 às 12:02



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