Não podendo mudar tudo do mundo num único instante… poderemos dar pequenos passos rumo a um mundo melhor para todos
Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

JN escreve no seu blog:

 

«Vocês não vêem o telejornal da TVI à sexta-feira? Aquilo é uma caça ao homem, é um espaço noticioso feito por ataque pessoal movido por ódio», disse José Sócrates, depois de ter afirmado que não processou jornalistas mas sim pessoas que o insultaram. Quem não gostou foi Manuela Moura Guedes. A senhora que gosta de dar a sua opinião e emitir juízos de valor, dando pouca importância à imparcialidade que um jornalista deve ter, decidiu processar José Sócrates pelos seus juízos de valor quanto ao seu trabalho.

boligan_22042009_1
Angel Boligan, «El Universal»

 

 

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fgandra a 25 de Abril de 2009 às 03:36

Boa madrugada!!!

A imagem escolhida está excelente, impecável!!!

Faço uma questão: Porque será que os portugueses não sabem da vida íntima daqueles que violam e deturpam (jornalistas) a vida privada de outros, nomeadamente figuras públicas.

Diariamente são publicas notícias incertas e portanto muitas delas erróneas ou falsas, susceptíveis de causar prejuízo a pessoas, entidades, ou acontecimentos tratados.
Penso que o caso dos jornalistas espelha a triste realidade de comprovar que a ética e deontologia profissional somente paira nos livros ou na formação académica e, mesmo baseando-se em temas badalados, deveria haver ponderação quanto à idoneidade/ credibilidade da fonte.

Em filosofia, fala-se muito que a nossa liberdade acaba quando começa a dos outros. É curioso que face a situações críticas que o nosso País tem para resolver, quererem distrair e desviar a concentração de Sócrates no trabalho que maioritariamente os portugueses lhe confiaram, para um melhor governo e futuro do País.

Curioso é também, Sócrates, que com tantos ataques e pressões ser acusado de pelo facto de se defender, que é um direito legitimo dele; e com isso, não estar concentrado na governação do País.

Todos nós como cidadãos portugueses devíamos entender que contribuímos para o Portugal de hoje e amanhã (uns positivamente e outros pelo contrário). A culpa é de todos nós.
Rogério Carvalho a 26 de Abril de 2009 às 02:51

Não nos interessa nem deveriamos querer saber NADA da vida privada das figuras publicas (inclusive jornalistas), onde nos devemos focar é na sua vida publica, e por ela que "eles" são conhecidos e é por "ela" que nós os conhecemos....

Deveria ser-nos completamente indiferente que a figura publica X ou Y é casado, divorciado, se anda nu em casa ou se usa tanga.... Afinal o próprio país anda da tanga =)

Quanto ao tempo que Sócrates demorou a reagir à violação, foi o mesmo tempo que qualquer outro cidadão demoraria a exercer um direito, que é seu!
M.M. a 26 de Abril de 2009 às 22:40

Quando a Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) afirmou estar a apreciar várias queixas sobre o "Jornal Nacional" da TVI, às 6ª feiras, eu escrevi o seguinte aqui (http://costarochosa.blogspot.com/2009/03/manuela-moura-guedes.html):

"Eu tenho de admitir que não compreenderia outra atitude por parte da ERC. De facto, parece-me que começaram agora a analisar as tais queixas porque a arrecadação deve estar a transbordar de reclamações sobre este este suposto noticiário. Penso que não sejam propriamente as noticias em si (a TVI já há muito que se definiu como a porta-estandarte do sensacionalismo), mas antes a falta de isenção por parte de Manuela Moura Guedes (talvez algumas pela tendência monotonica do Vasco Pulido Valente; adiante). Esta dita "jornalista" parece-me não compreender um principio fundamental do jornalismo: a imparcialidade. Acho deveras irritante a sua constante "opinação" não-isenta e populista no inicio e no final (no meio não porque... bem, não dá) de cada notícia, já para não falar da forma completamente isenta... de profissionalismo com que interage com o Vasco Pulido Valente.

É fundamental que esta senhora (tenho muito dificuldade em utilizar o termo "jornalista" neste contexto) entenda que o seu papel não é o de comentador politico (será que anda atrás do lugar do Vasquinho?) mas antes de ponte isenta entre a informação e o telespectador.

Há quem diga que esta atitude por parte da ERC tem o seu toque de censura e que foi encomendada pelos nossos governantes. Eu cá acho que esta atitude mostra que, pelo menos neste caso, os responsáveis da ERC estão simplesmente a fazer o seu trabalho."

Mais recentemente, voltei a mostrar a minha posição aqui (http://costarochosa.blogspot.com/2009/04/tvi-freeport.html).

Concordo que o PM não deve, exactamente por ser PM, tomar essa posição. Mas o que ele afirma não deixa de ser verdade: há muito que aquele telejornal deixou de ser de facto informativo (entenda-se: ponte isenta entre a informação e o cidadão).

Temos o direito à liberdade de expressão. Mas temos também o dever de respeitar a honra de cada um. Para mim, é essa a grande diferença entre anarquia e democracia: na segunda, temos direitos e deveres, onde nenhum sobrepõe o outro; na primeira, existem apenas direitos. Já estivemos mais longe da anarquia...
Rui Costa a 29 de Abril de 2009 às 11:37



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