Não podendo mudar tudo do mundo num único instante… poderemos dar pequenos passos rumo a um mundo melhor para todos
Domingo, 11 de Abril de 2010

 

 

 

 

 

...porque se a vida do campo não fosse assim...

não valia a pena!

publicado por M.M. às 23:34
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publicado por M.M. às 22:07

Segunda-feira, 15 de Março de 2010

"Do rio que tudo galga se diz que é violento. Mas ninguém diz:violentas as magens que o comprimem"

 

Brecht

 

Sobre os sócrates dos afectos e sobre as relações que se querem profundas, verdadeira e afectuosas... com uma pequena nuance virtuais: o fim dos afectos e o fim do feminismo!

Mais uma vez, Inês Pedrosa escreve-o, como ninguém:

«Tamborilam o amor ao de leve nas teclas dos telemóveis e dos computadores, pianos sem som nem alma nem cordas. Criamos uma geração apavorada com os sentimentos, os compromissos, a decepção e o sofrimento. Uma geração de vitoriosos solitários, que foge do calor do abraço  procura as palmas da multidão. Com quem aprendeu esta geração a querer tão pouco?»

Leitura completa aqui.


Sexta-feira, 12 de Março de 2010

(foto: Marko Djurica/Reuters)

 

8 de Março: Um homem oferece uma rosa a uma mulher para celebrar o Dia Internacional da Mulher, em Belgrado, Sérvia.

 

Fonte.


Sábado, 20 de Fevereiro de 2010

Estamos, actualmente, aqui em Mongoumba, com cerca de 20.000 refugiados congoleses. Estes partiram das suas casas não para fugir de um conflito concreto, fugiram com medo. Na verdade, existiram algumas situações de conflito a quase 300km de suas casas, mas não é bem disso que eles fogem. Eles ouviram dizer que há um feiticeiro que se move só com o pensamento e que mata indiscriminadamente à sua passagem e que, segundo alguns ouviram dizer, iria vir às suas aldeias…
Pois é, eles abandonaram as suas casas trazendo tudo com eles. O problema é que, já decididos a regressar, viram chegar a Mongumba ONGs e organismos humanitários cheios de cominda, medicamentos para lhes distribuir gratuitamente. Claro, numa situação destas, todos abandonaram a ideia de regressar e, neste momento, estes organismos servem de chamariz para todos os que ousam ficar do outro lado da fronteira.

Neste momento, como para as ONGs é impossivl saber quem são os refugiados e quem são as pessoas da nossa aldeia começaram a distribuir mais ou menos tudo por toda a gente. Assim, ninguém trabalha os campos e todos tentam aproveitar o mais possivel a situação.

Para nós, tudo isto destrói o trabalho de todos os missionários que por cá passaram e que, ao longo dos anos, lutaram para que as pessoas lutassem elas mesmas pelo desenvolvimento… Só Deus sabe em que situação de pobreza ficará esta gente quando estes organismos abandonarem o local… Que Deus nos dê a força de ousar recomeçar quando esta gente não tiver mais o que comer, o que vestir e quando tiver de recomeçar a trabalhar para sobreviver, para ir ao hospital e à farmácia, mesmo para pagar a inscrição das crianças na escola… Certamente não ficará pedra sobre pedra mas Deus não abandona nunca o Seu povo, por isso, guardamos a esperança e tentamos minimizar, na medida do possível, os estragos que esta “ajuda humanitária” está a provocar.

 

Testemunho da Susana, Leiga Comboniana na RCA

 

Susana, Maria Augusta e brevemente Márcia, não nos esquecemos de vocês nas nossas orações... que o Senhor sempre vos dê a mão quando precisarem..

publicado por M.M. às 17:58
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Sábado, 06 de Fevereiro de 2010

(foto: Eduardo Munoz/Reuters)

 

Um rapaz prepara bolos de lama em Port-au-Prince, Haiti. Estes bolos, feitos de lama, gordura vegetal e sal são um dos recursos a que muitos estão a recorrer para a sua alimentação, e para venda, devido às dificuldades na distribuição de comida pelas organizações estrangeiras.

 

Roubado no sítio do costume!

publicado por M.M. às 19:39



Petar Pismestrovic, «Kleine Zeitung»

 

Dois pontos salientaram-se em Davos: a promessa de 10 mil milhões de dólares, para os próximos dez anos, ao projecto de vacinação global de Bill Gates e o apelo populista do capitalista Presidente Nicolas Sarkozy para novas regras para o sistema monetário global perante uma audiência de capitalistas que o aplaudiram.

 

Fonte.

publicado por M.M. às 19:34


A minha primeira imagem da cidade foi de desilusão, aquela Paris que tinha na minha cabeça não existiria? Na manhã seguinte acordei com a alma lavada e espreitei à janela o céu carregado e o chão cheio de neve... saí finalmente de casa e a imagem da cidade suja, desorganizada, (até) violenta que tinha tido na noite anterior desapareceu! Afinal Paris estava ali, pronta a ser descoberta. E sim, agora posso dizê-lo, fascinou-me!

 

Agora, alguns dias depois do meu regresso guardo na memória a beleza de Notre Dame, as cores vivas do Bairro Latino, a omnipresença da Tour Eiffel, a cidade vista do Sena, os finais de tarde frios ao sol. Longe da imagem que havia criado! Ei-la!

 

 

 

 

 

Foram belos dias de descanso! Passeio! Risos!

publicado por M.M. às 15:59

Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

A Cultura é algo de tão subjectivo e ao mesmo tempo de compreensão tão pessoal e, por isso, subjectiva que chega a roçar o ridículo que ainda haja quem pense desta forma e quem assim reaja. A Cultura mais do que algo que enche o olho é Cultura e há várias formas de expressar essa cultura, não são só as grandes produções, com nomes sonantes e produções gigantescas que são boas... A Cultura é sempre boa, quando é má para mim pode ser excelente para outra pessoa ou o contrário!

 

Hoje achei este vídeo que retrata bem a pobreza de espírito de quem vai ao Teatro só por ir ou a convite (como era o caso)! Pobreza de espírito essa que, a meu ver, retrata tão bem a pequenez que somos...

 

A Cultura não faz pouca das pessoas, as pessoas é que fazem pouco dela!


Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010

O que estava a fazer quando Salazar morreu?

Eu não existia, mas hoje fiquei a saber o que é que o meu pai fazia!

Estava um sol abrasador e aproveitava com os amigos a sombra de uma mangueira algures no mato de Angola! Eram 3 da tarde e as comunicações de Luanda diziam que a bandeira deveria ser colocada a meia haste, porque Salazar tinha morrido! Sem mais.

 

Era dia 21 de Julho de 1970 o meu pai combatia na Guerra do Ultramar.

publicado por M.M. às 20:12
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