Não podendo mudar tudo do mundo num único instante… poderemos dar pequenos passos rumo a um mundo melhor para todos
Sexta-feira, 07 de Novembro de 2008

Ela era muita! Há uns anos era bem mais... Hoje reserva-se no direito de de vez em quando dar um ar da sua graça....

 

Ele é fatuchas felgueiras que não roubam nenhum, ele é fachos na assembleia madeirense, ele é banca com birrinhas e criancices, ele é cadilhes com reformas milionárias como prémio de gestão danosa, ele é filhos que batem nas mães, ele é maridos que batem nas mulheres, ele é mulheres que batem nos maridos, ele é primos que matam primos, ele é namorados que assassinam as ditas cujas com ácido, ele é acidentes monstrosos todos os dias, ele é mortes estúpidas.

 

A minha inteligência começa a dar sinais de inevitável cansaço. Não consegue perceber em que é que o paraiso da Alice se transformou em pouco mais de 30 anos.

 

Há dias em que só fechando olhos e ouvidos somos capazes de ter 1 minuto de inteligência. Outros dias há em que a m*** é tanta que só colocando uma mola no nariz seremos capazes de sair de casa sem ficar com aquela sensação de que seriamos mais produtivos se ficássemos em casa o dia todo na cama.

 

Haja gritos de revolta. Haja marés vivas. Haja manifestos de luta para tirar este rectangulozinho à beira mar plantado da apatia em que mergulhou há tantos anos que já ninguém se lembra.

 

Como diria a Ti Maria do Ó de um livro que já li há tantos anos como aqueles em que deixei de acreditar no Portugal idealizado antes do dia D: "Vá de retro Santanás!"



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