Não podendo mudar tudo do mundo num único instante… poderemos dar pequenos passos rumo a um mundo melhor para todos
Terça-feira, 21 de Abril de 2009

Amanhã é o Dia da Terra, tal como muitos outros dias deveria ser todos os dias... No entanto, sendo que muitos só nos lembramos de alguma temática no dia dela, aqui fica um breve apontamento.

 

O desafio que se nos coloca todos os dias é o da mudança de hábitos. Se algumas das acções não são nenhum bicho de sete cabeças porque é que ainda não se fazem sentir grandes mudanças? Porque é que as taxas de separação selectiva de lixo são, ainda, tão reduzidas? Porque é que as torneiras são deixadas abertas quando lavamos os dentes?

 

A culpa não é só dos políticos. A culpa é de todos nós. Cidadãos que nos dizemos do "mundo", mas que nos esquecemos de estimar esse mesmo mundo! Será que a informação não passa? Será que passa, mas não chega? Será que entra a 100 e sai a 200?

 

O Dia da Terra vem relembrar e ensinar tudo isso.

 

O desafio é mundar pelo menos 1 hábito em favor da nossa mãe-Terra. Várias sugestões podem ser encontradas aqui ou aqui ou ainda aqui.

 

Só um, não custa assim tanto, pois não?

 

Post elaborado com base em informação disponível aqui.



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Ares, «Cagle Cartoons»

 

 

Ban Ki-moon, disse na abertura da conferência sobre racismo em Genebra, na Suíça, estar «profundamente decepcionado» com o boicote promovido por vários países ao encontro, visto por alguns como um palco para a promoção de anti-semitismo.

O presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad não desiludiu quem assim pensou. Diplomatas de países europeus abandonaram a reunião durante o seu discurso depois que ele descreveu o governo de Israel como um «governo racista» e afirmou que o boicote «decorre da arrogância e do egoísmo e está na origem dos problemas no mundo». Criticou ainda o direito de veto dos cinco países que integram permanentemente o Conselho de Segurança da ONU, que considerou «injusto e discriminatório» e que «não ajudou em nada para solucionar os problemas no Líbano, Gaza, Iraque, Afeganistão e nos conflitos africanos.»

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Petar Pismestrovic, «Kleine Zeitung»

 

Era mais do que óbvio que o Sr. Ahmadinejad, que nega o Holocausto e pede o fim de Israel, iria promover (ou algo semelhante) o seu anti-semitismo. E que com ele poderiam aparecer outros. Mas e depois? O assunto do racismo não continua a ser um problema dos nossos dias? Talvez merecesse ser debatido por todos.

Fonte.



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