Não podendo mudar tudo do mundo num único instante… poderemos dar pequenos passos rumo a um mundo melhor para todos
Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

A peregrinação rumo a Fátima já acabou! Sexta-feira às 12h já estavamos nós a entrar triunfalmente =) no Santuário de Fátima.

 

A peregrinação foi um excelente momento para reflectir na vida, para pensar no rumo que ela tem tomado nos últimos tempos e nos que vêm por aí!

 

 

 

Não caminhamos sozinhos, não o fizemos por masoquismo ou por desporto. Peregrinamos rumo à meta que é Cristo, que em tantas ocasiões na nossa vida deixamos para segundo plano.

 

Não caminhamos sozinhos, não o fizemos por masoquismo ou por desporto. Peregrinamos em solidariedade com o povo de Dayle, na Etiópia.

 

 

 Todos os dias morrem seis mil pessoas devido à falta de água potável e destas 80% são crianças. A cada 15 segundos morre uma criança devido a uma doença relacionada com a água.

 
 
No entanto, com 4 cêntimos, o ACNUR  consegue fornecer água a um refugiado por um dia. Nós podemos fazer e diferença e melhorar estas estatísticas assustadoras. Para isso queremos construir um poço e canalizar a água para Daye, na Etiópia.

Ao envolver-nos neste projecto, encabeçado pelo Fé e Missão, podemos contribuir com a nossa gota para criar soluções para a falta de água mundial.
Neste site poderá tomar conhecimento da amplitude deste problema a nível mundial.
 
Quando caminhamos rumo a uma meta é mais fácil chegar ao fim...

Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Pensar em 50 anos o que a Humanidade leva mais de 100 anos a lembrar-se e esquece com a facilidade de quem queima um fósforo!

 

 

Nenhuma mensagem pode ser mais clara: Se queres fazer do Mundo um lugar melhor, olha para ti e faz a Mudança!

 

 

 

Pensem nisso neste fim-de-semana...


Segunda-feira, 06 de Julho de 2009

Adorno, um dos autores fetiche de um professor que tive na faculdade, escreveu a dada altura "a dor perene tem tanto direito à expressão, como o torturado ao grito".
 
 
A dor não aparece nas radiografia e não pode ser medida por nenhum exame! Ela torna-se no nosso corpo um fantasma ou torna-nos fantasmas da vida, aprisionados nessa dor perene que não passa por mais esforços que façamos, eles parecem ser todos em vão!
 
Para muitos e, infelizmente, a dor torna-se de tal forma crónica e inexplicavelmente forte que ocupa todos os espaços da mente humana. Outros, felizmente, transforma a sua dor em arte: desenham-na, esculpem-na, bordam-na, cantam-na ou descrevem-na... e fazem-no de tal maneira que através da expressão deles vemos os nossos próprios fantasmas criarem vida.... passamos a vê-los, a lê-los e a senti-los!
 
Mas o que vemos é arte ou é dor?
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Quando olhamos para este quadro de Frida Kahlo vemos dor? Ou vemos arte? Na minha modesta opinião o que poderemos ver, sentir ou ler são manifestações de dor, ou tentativas (mais ou menos furtuitas) de abafar essa dor ou, ainda, uma forma de a interpretar, nunca de a sentir!
 
 
Frida Kahlo não teve uma infância fácil! Sofria de poliomielite! Mas aos 18 anos viu-se confrontada com uma nova situação perante a vida, porventura a mais dolorosa e mais marcante da sua vida: sentiu a dor de ser impalada por um pedaço de metal. E o que fez durante toda a sua longa convalescência foi pintar. Diria mais tarde que "nunca pintei sonhos. Pintei a minha própria existência."
publicado por M.M. às 19:27

Sexta-feira, 03 de Julho de 2009

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Alex Falco, «Juventud Rebelde»

 

Rosemary Okello e Terna Gyuse escrevem, no Inter Press Service, sobre o que consideram uma catástrofe nos direitos Humanos, a morte durante a maternidade em muitos países:

«Of the 500,000 maternal deaths that occur annually worldwide, more than 250,000 occur in Africa. Pregnant women in Africa are at grave risk,» Soyata Maiga told the 11th Session of the U.N. Human Rights Council. «Additionally, there are many countries at war in Africa, which compounds pregnant women’s risk, with hundreds of thousands of women dying every year.»

 

Fonte.


Sábado, 20 de Junho de 2009

«O Velho acaricou-a, ignorando a dor do pé ferido e chorou de vergonha, sentindo-se indigno, envilecido, de modo algum vencedor daquela batalha

Com os olhos nublados de lágrimas e de chuva, empurrou o corpo do animal para a beira do rio, e as águas levaram-no pela floresta adentro, até aos territórios jamis profanados pelo homem branco, em direcção ao Amazonas, aos rápidos onde seria desfeito por punhais de pedra, para sempre a salvo das indignas alimárias.

Seguidamente, arremeçou a espingarda com fúria e viu-a mergulhar sem glória. Besta de metal indesejada por todas as criaturas.

Antonio Jose Bolivar Proano tirou a dentadura postiça, guardou-a embrulhada no lenço e, sem parar de amaldiçoar o gringo que estivera na origem da tragédia, o administrador, os garimpeiros, todos os que insultavam a virgindade da sua Amazónia, cortou com um golpe da machete um grosso ramo e, apoiando-se nele, pôs-se a andar em direcção a El Ilidio, da sua choça e dos seus romances, que falavam do amor com palavras tão bonitas que às vezes lhe faziam esquecer a barbarie humana.»

 

Excerto final de O velho que lia romances de amor, Luís Sepúlveda

 

Final de dia muito bem passado na companhia das velhas amigas letrinhas ordenadas em palavras que juntas fazem todo o sentido em frases de leitura mais ou menos fácil ou difícil. Não interessa! O importante é tê-las por companhia. Mais uma vez apaixonei-me por cada uma das palavras de Luís Sepúlveda neste livro que nos faz afastar da barbarie humana e nos leva a descansar no amor à floresta, à vida e à simplicidade desse amor.

publicado por M.M. às 00:28

Segunda-feira, 08 de Junho de 2009

 

 

Hoje é dia 8 de junho e voltamos a celebrar o Dia Mundial dos Oceanos. Desde a Conferência sobre Ambiente e Desenvolvimento em 1992 no Rio de Janeiro, que esta data é assinalada por milhares de pessoas em todo o mundo. Este ano, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, convoca-nos com o tema “Nossos Oceanos, Nossa Responsabilidade” e lembra que a responsabilidade de salvaguardar este pulmão planetário é de todos nós.

 

 

 

Anualmente, cerca de 27 milhões de toneladas de vida marinha são novamente devolvidas ao mar já sem vida, como consequência da pesca destrutiva e indiscriminada. Este desperdício é o equivalente a afundar cerca de quarenta navios Titanic com lotação máxima por semana, mais de 5 navios por dia! Este é apenas um exemplo das inúmeras ameaças que o ambiente marinho enfrenta.
Neste momento, existem mais de 3,5 milhões de embarcações de pesca a navegar nos nossos oceanos. Ao mesmo tempo que o perigo de colapso dos recursos provenientes do mar começa a ser amplamente divulgado, surge cada vez mais oferta para um mercado de peixe sustentável, demonstrando que é possível alterar a indústria da pesca.

 

Se ainda não fizeram nada para impedir os grandes supermercados de continuar a vender pescado de pesca furtiva e abusiva, podem entrar em acção clicando aqui.


Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

Durabilidade, estabilidade e resistência à desintegração! São estas as propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades junto do consumidor final. Tal facto transforma-o, também, num dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e destas, cerca de 10% acabam nos oceanos.

 

Imagem retirada daqui.

 

No Oceano Pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Hawai e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros - acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos. 
Restos de redes, garrafas, tampas, bolas, bonecos, patos de borracha, ténis, isqueiros, sacos plásticas, caiaques, malas e tudo o resto, passível de ser feito em plástico. São estes os ingredientes da maior sopa flutuante do mundo!

 

Imagem retirada daqui.

 

Alguns cientistas alertam para o facto de que todas as peças de plástico que foram fabricadas desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda andam por aí! A juntar a este facto há, ainda, o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer em algumas áreas do Oceano Pacifico pode encontrar-se uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.

 

Segundo PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinhas todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como as tartarugas marinhas, os tubarões, e todas as outras espécies de peixes.

 

Pensem nisto! E da próxima vez não pensem só em reciclar! Mas também em reduzir o consumo. Porque é que têm de comprar fruta embrulhada em duas camadas de plástico? Porque é que têm de trazer do hiper 10 sacos, quando tudo o que compram cabe em três?

 

Fontes: The Independent, Greenpeace e Mindfully

 


Sexta-feira, 01 de Maio de 2009

 

Da próxima vez que forem ao Continente ou ao Modelo procurem esta água, que à partida pode parecer daquelas águas xpto, gourmet ou outros que tais. Mas que é, no entanto, uma água solidária. A Earth Water é uma água embalada mineral premium, sendo uma marca ambiental e socialmente responsável, cujo lucro reverte na totalidade a favor dos Programas de Gestão de Água nos países em desenvolvimento. 

O objectivo pricipal do projecto consiste em doar ao Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados cinco milhões de dólares até 2013. A comercialização da Earth Water em Portugal iniciou-se  já em Setembro de 2008.

 

Uma vez que todos os dias morrem cerca de 6000 pessoas por falta de água potável, e que cada embalagem destas custa apenas 0,64€,  porque não contribuir para esta causa e fazer dela mais uma forma de ajudar quem precisa.  
 
Mais informações sobre este projecto
aqui.


Terça-feira, 21 de Abril de 2009

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Ares, «Cagle Cartoons»

 

 

Ban Ki-moon, disse na abertura da conferência sobre racismo em Genebra, na Suíça, estar «profundamente decepcionado» com o boicote promovido por vários países ao encontro, visto por alguns como um palco para a promoção de anti-semitismo.

O presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad não desiludiu quem assim pensou. Diplomatas de países europeus abandonaram a reunião durante o seu discurso depois que ele descreveu o governo de Israel como um «governo racista» e afirmou que o boicote «decorre da arrogância e do egoísmo e está na origem dos problemas no mundo». Criticou ainda o direito de veto dos cinco países que integram permanentemente o Conselho de Segurança da ONU, que considerou «injusto e discriminatório» e que «não ajudou em nada para solucionar os problemas no Líbano, Gaza, Iraque, Afeganistão e nos conflitos africanos.»

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Petar Pismestrovic, «Kleine Zeitung»

 

Era mais do que óbvio que o Sr. Ahmadinejad, que nega o Holocausto e pede o fim de Israel, iria promover (ou algo semelhante) o seu anti-semitismo. E que com ele poderiam aparecer outros. Mas e depois? O assunto do racismo não continua a ser um problema dos nossos dias? Talvez merecesse ser debatido por todos.

Fonte.


Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

Para onde corremos?

                     Para que é que corremos?

 

Corremos para quê?

Corremos porquê?

 

 

 

Seria tão mais fácil um mundo sem correrias, sem stress! Um mundo mais mundo, um mundo mais humano e mais humanizado! Um mundo mais nosso e menos dos outros dos outros mesmos que mais não fazem do que serem outros nesses mesmos eu´s de todos os dias.

 

Cadê de mim?

                      Cadê você?

                                             Cadê dos meus amigos?

 

Eu corro para quê?

 

publicado por M.M. às 22:34


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